terça-feira, 24 de maio de 2011

Análise Assassins Creed: Brotherhood

   O carismático Ezio Auditore da Firenze está de volta aos nossos lares, para nos levar numa viagem alucinante pelos telhados Italianos da cidade de Roma.
   Na saga Assassin’s Creed, novo jogo significa nova aventura e nova oportunidade de vingarmos Ezio, da pena de morte injusta que o seu pai e irmãos acabaram por sofrer, vítimas de uma conspiração que envolve grandes cargos da sociedade quinhentista.
   Brotherhood marca também a estreia da língua portuguesa por estas paragens. Vai ser possível desfrutar da história com legendas totalmente em Português. Uma característica que vai dar muito jeito àqueles que não são tão bons na língua universal, ou que simplesmente querem perceber todos os pormenores de todas as falas.

   Ao mergulhar em Brotherhood, senti imediatamente aquela magia da época que os seus antecessores já tinham deixado. É magnífico, voltar a pegar em Ezio e saltitar pelos telhados e varandas de Roma. Um dos pontos principais desta da saga, o ambiente, consegue sem dúvida voltar a superar uma fasquia que já estava bem elevada.

   Algo de que sempre gostei, e que sempre me surpreendeu, foi o facto da série Assassin’s Creed ter incluído na sua história algumas personagens reais. Umas boas, outras más, o que é certo é que todas têm um papel importante na história. Foi com muito agrado que vi Ezio testar a “Passarola Voadora” de Leonardo Da Vinci, para se infiltrar na basílica de São Marcos em Assassin’s Creed II. Estas passagens dão um cariz histórico ao jogo, que também vai estar presente em Assassin’s Creed: Brotherhood. Desta vez, uma das personagens importantes vai ser Rodrigo de Borgia. O papa corrupto que nos quer cortar a cabeça.

   Para quem não conhece o jogo, esta informação pode parecer estranha. Mas todas as partes do jogo em que jogamos com Ezio, não passam de idas ao passado por parte de Desmond Miles, através de máquinas chamadas Animus. Demond é o último descendente da linhagem dos assassinos, que precisa de voltar atrás no tempo em busca de algumas peças-chave para salvar o mundo de um acontecimento trágico que se aproxima a passos largos.
No último Assassin’s Creed, tínhamos tido algumas sequências destinadas ao controlo e conhecimento de Desmond, mas nada de muito especial. 
   Em Brotherhood, a importância que lhe é dada é muito maior, porque no fundo, Desmond é a personagem principal.
   Desta vez, vamos poder voltar ao presente quando nos apetecer. Sendo que Desmond vai ter uma jogabilidade bem mais abrangente, (ao contrário do segundo jogo, em que quase todas estas sequências se baseavam em Cut-Scenes, ou em secções de plataformas pouco desenvolvidas). O laboratório onde está Animus vai ser um espaço muito maior e mais aprofundado, oferecendo objectivos diferentes ao jogador.
Ao contrário do segundo jogo da série em que tínhamos meia dúzia de cidades para explorar todas elas com uma importância equivalente, em Brotherhood vai haver uma grande cidade principal. Estamos a falar de Roma, uma cidade esmagada pelo domínio absoluto dos Borgia, que está pobre e arruinada.
   Para combater este estado de degradação, vamos ter de matar o capitão e a torre de cada zona, para depois utilizarmos o elemento que estava presente em Montegrionni no jogo anterior. Sim, vamos poder usar o nosso dinheiro para reconstruir e desenvolver lojas, igrejas, e outros pontos importantes.








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