"Last Light" continua de onde "Metro 2033" terminou e mesmo com o forte envolvimento do autor Dmitry Glukhovsky, a 4A Games e a THQ deixam de lado a história dos livros para desenvolver sua própria trama. Artyon, o protagonista do jogo, agora é um membro veterano dos Rangers e ao lado de Khan, um de seus companheiros em "2033", enfrenta o Reich, grupo neo-nazista que domina certas regiões do mundo subterrânero do jogo.
O game alia o tiroteio com mecânicas de furtividade e outras habilidades. Os inimigos humanos terão padrões de comportamento bem definidos, o que estimula uma abordagem furtiva por parte do jogador. Artyon pode interagir com objetos do cenário, como apagar lâmpadas, e assim criar zonas de escuridão para se aproximar dos inimigos silenciosamente. Outra opção é usar um isqueiro para atear fogo em alguns objetos e provocar o caos entre os adversários. Artyon pode, então, aproveitar a confusão e se esgueirar para perto de um inimigo e eliminá-lo de forma rápida e silenciosa.
A interação com o cenário em "Metro: Last Light" vai além do uso da escuridão e do fogo e inclui ambientes destrutíveis. Paredes, pisos e tetos podem ser perfurados com tiros e coberturas podem ser derrubadas se o jogador tiver munição o suficiente. Claro que o mesmo vale para os disparos inimigos, o que aumenta a tensão dos combates. Alguns inimigos usam armaduras e mesmo essas peças são modeladas individualmente e podem ser arrancadas com tiros certeiros, expondo pontos fracos das criaturas.

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